27/09/2009

As leis do ouro




A babilônia




Localizada na mesopotâmia atual Iraque o império babilônico foi fonte de cultura e riqueza, nas áreas da arquitetura, direito, astronomia e agricultura iniciado a partir da unificação de tribos e reinos, através de guerras ou de forma pacifica, o império se estendeu ao longo da mesopotâmia. O soberano mais famoso do antigo império se chamava Hamurabi, responsável pela criação do código de Hamurabi baseado na lei de talião (olho por olho dente por dente) este código serviu de base para a criação das leis modernas. Escrito em tábuas de barro cozido, algumas destas tábuas podem ser encontradas até hoje em museus de todo o mundo. Outros grandes feitos notáveis foram de autoria dos babilônicos a torre de babel descrita na bíblia e considerada por muitos uma lenda, e os jardins suspensos da babilônia que possuíam um complexo sistema de irrigação onde a água era bombeada dos rios Tigre e Eufrates para dentro da cidade. Pouco restou destes jardins senão colunas com cerca de vinte e cinco á cem metros de altura, as evidencias históricas indicam que Nabucodonosor o teria construído para agradar sua esposa preferida Amitis.




O trecho que vem a seguir foi extraído do livro “O Homem mais rico da babilônia” de George S. Classon. Livro muito bom vale a pena ler, este livro conta a historia ou “lenda” de tábuas encontradas em escavações, de barro cozido semelhantes as tábuas do código de Hamurabi.


As cinco leis do ouro





I- O ouro vem de bom grado e numa quantidade crescente para todo o homem que separa não menos de um décimo de seus ganhos, a fim de criar um fundo para o seu futuro e o de sua própria família.



II- O Ouro trabalha diligente e satisfatoriamente para o homem prudente que, possuindo-o, encontra para ele um emprego lucrativo, multiplicando-o como os flocos de algodão no campo.



III- O ouro busca a proteção do proprietário cauteloso que o investe de acordo como os conselhos de homens mais experimentados em seu manuseio.



IV- O ouro foge do homem que o emprega em negócios ou propósitos com quem não está familiarizado ou que não contam com a aprovação daqueles que sabem poupá-lo.



V- O ouro escapa ao homem que o força à ganhos impossíveis ou que dá ouvidos aos conselhos enganosos de trapaceiros e fraudadores ou que confia em sua própria inexperiência e desejos românticos na hora de investi-lo.


Na próxima postagem estarei relacionando estas leis com a internet na atualidade e expondo minha opinião sobre elas.

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